5 Dicas de Como educar os filhos e colocar limites. SEM BATER!

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Colocar limites: A maior dificuldade das mães:

Hoje em dia os pais enfrentam dificuldades de limitar seus filhos justamente devido ao mundo de intensidades em que vivem e que, na maioria dos casos, acaba comprometendo a relação com as crianças.

Conforme ressalta, no mundo atual os pais estão ocupados o tempo inteiro com trabalho, estudo, entre outras atividades, e desejam ocupar seus próprios filhos também com as mais diversas alternativas: aula de inglês, natação, ballet, academia, aulas de reforço, aula de música, entre outras. (Isso sem citar os aparelhos eletrônicos como smartphones, notebooks e tablets.)

educação dos filhos

Assim, muitos pais estabelecem pouca relação com filhos, há pouca cercania entre eles em muitos casos e aí ocorre a dificuldade de impor limites, ocasionada por essa falta de vínculo. A possibilidade de impor limite, ou a aceitação desse limite por parte do filho, vem do respeito. E só podemos respeitar aquele a quem conhecemos, dizem especialistas.

A maior dificuldade, na verdade, não se trata nem de impor regras e colocar limites, mas sim em ser um exemplo para o filho. Ser exemplo para seu filho, segundo o psicólogo, se tornou mais difícil, por esbarrar nas questões mais íntimas dos próprios pais, seu tipo de comportamento e maneira de vive, que, necessariamente muitos, não querem abrir mão ou mudar a próprias atitudes.

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Ninguém gosta de ouvir como resposta um não. Nem adultos, nem crianças. Para qualquer pessoa, independente da idade, essa é uma situação terrível. Os próprios adultos têm dificuldades em compreender a negativa. Mas a vida nos dá um “não” como resposta diversas vezes e temos de nos acostumar com isso.

como educar os filhos sem bater

Com a criança não será diferente, mas a criança quer, deseja, tudo ao mesmo tempo agora, carinho, atenção, brinquedos, jogos e etc. Somos estimulados a querer o tempo inteiro, uma produção do desejo. Mas nós adultos sabemos que cada “não” que recebemos, no fundo tem um motivo. A criança necessariamente não compreende, assim o mais importante, neste sentido é, explicar o motivo, a causa, o porque daquilo.

A falta de limites pode provocar, futuramente, diversos reflexos negativos, entre eles a grande probabilidade de se tornar um adulto sem limites. Por isso, é muito importante que os pais fiquem atentos a esse tipo de comportamento, estando eles em qualquer faixa etária. A sugestão é dialogar mais com seus filhos, sem deixar de se impor.

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Dependendo da situação ainda se torna cabível algum tipo de punição como, por exemplo, ficar de castigo, sem TV, games e internet e, até mesmo, sentar a criança na cadeira de pensar. Mas, isso sempre dever ser aplicado e acompanhado de uma explicação do porquê.

O filho deve compreender o que o levou a ficar sem jogar video game, ou sem seu celular, ou sem poder usar o computador. Somente através da compreensão da causa pode-se gerar aprendizado na punição.

Por que preciso aprender a colocar limites no meu filho?

No passado havia uma distância muito grande entre pais e filhos, a educação era muito rígida e severa, composta por limites castradores e, não raramente, castigos corporais e humilhantes. Com o tempo, felizmente, muitas mudanças se operaram nessa relação e os pais gradualmente foram se aproximando de seus filhos.

O problema é quando os pais se tornam antirrepressivos e têm dificuldades para impor limites aos filhos. Então deixam que seus filhos façam o que querem, passem da conta e se tornem indisciplinados e arredios a qualquer determinação dos adultos.

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Crianças e adolescentes sem limites, não se sentem amados. É algo como um sentimento de que os pais não se importam com eles, já que não se importam com o que eles fazem.

É imprescindível que os pais ajam em sintonia na educação dos filhos; o casal precisa planejar as orientações que eles deverão seguir. Isso fará com que os filhos sintam uma confiança inabalável, assim, irão crer que podem contar com o amor e o apoio dos pais. Essa ação conjunta é sentida pelos filhos como expressão da grande importância que eles possuem na vida dos pais.

Bom senso é sempre a medida certa e é fundamental na educação. Crianças que ficam soltas demais tendem a se perder, a ficar sem referência. Assim, muito carinho aliado a um tratamento disciplinador, com limites claros e bem estabelecidos promove a segurança emocional que os filhos precisam.

Os limites ajudam a formar a estrutura da personalidade dos filhos e, por tamanha importância, devem ser aplicados com todo cuidado. Mas nisso existe outro fator relevante, os pais nunca devem se esquecer de que os filhos aprendem por imitação e, portanto, eles devem exemplificar os limites que impõem. Coerência é fundamental.

Por que não devo bater no meu filho?

A resposta breve e enfática à pergunta é não. Sei que se trata de algo muito mais fácil de ser dito do que de ser feito. As informações que possuímos sobre os efeitos da punição física, o que inclui o bater, parecem tão claras que é possível uma resposta firme à pergunta.

A curto prazo, bater em uma criança costuma fazer com que ela interrompa determinado tipo de comportamento que desagrada a você, além de parecer causar um efeito temporário de reduzir as chances de a criança repetir o comportamento errado. Pelo fato de ser o que você queria, pode parecer uma boa estratégia.

educar sem bater

No entanto, até mesmo a curto prazo, há alguns efeitos colaterais negativos. A criança pode ter interrompido o mau comportamento, embora, após o bater, ela esteja chorando, o que é desagradável. O choro é ainda um comportamento que mais espancamento não irá reduzir: é virtualmente impossível fazer com que crianças parem de chorar batendo nelas! Daí que você substitui algo desagradável por outra coisa também desagradável, sendo que a segunda (o choro) não pode ser tratada com a mesma forma de punição.

Outro efeito colateral a curto prazo é o fato de que você está sendo reforçado por bater, sempre que a criança cessa o mau comportamento após ser espancada. Daí que você está sendo “treinado” para usar o bater da próxima vez, sendo iniciado, assim, um ciclo.

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A longo prazo, os efeitos são, sem dúvida, negativos. Primeiro, quando você bate, a criança o observa utilizar a força ou violência física como um método de solução de problemas ou para fazer com que as pessoas façam aquilo que você quer. Estará servindo de modelo próprio para um comportamento que você não quer que seu filho utilize com os outros.

Como educar meus filhos sem bater: 5 dicas infalíveis

1) Eduque sem culpa: Entender que existem regras faz parte de um importante processo de aprendizagem da criança. Por isso, os pais devem sentir-se autorizados a educar. Os pais que trabalham devem administrar o sentimento de culpa. Quando a mãe explica que precisa trabalhar, o filho pode sentir falta dela, mas ele compreende a situação.

2) Proibição: Você deve saber qual é o momento certo de proibir. Como lidar com a linha tênue que separa o sim do não, o “pode” do “não pode”. O limite que traz segurança, o limite que evita birras.

3) Valorize o papel da criança: Seu filho precisa conhecer a importância dele na família. Para isso, é bom que ele tenha o seu lugar reservado na mesa de jantar e seja ouvido pelos pais. A criança deve saber que obedecer aos pais contribui para o desenvolvimento de uma dinâmica familiar harmoniosa, na qual todos são recompensados.

4) Crie uma rotina: Utilize o bom senso e estabeleça uma rotina para o seu filho. A rotina é fundamental, pois traz segurança e faz com que a criança se sinta cuidada. Aos poucos, dê-lhe uma certa autonomia para executar pequenas ações sozinhos. A criança gosta de sentir-se capaz. Uma rotina bem adaptada ao ritmo da criança reduz a ansiedade, faz com que ela se lembre de algumas tarefas cotidianas, como escovar os dentes após as refeições, e tenha um sono de qualidade.

5) Educa-se o tempo todo: educar é uma atividade contínua e você precisa dar o exemplo. A educação é um processo que não ocorre apenas em situações de desobediência. A criança aprende muito por meio do que observa em seu cotidiano. Por isso, seja verdadeiro.

Curso Mães que Educam: Vale a pena?

Sim, vale a pena adquirir o curso Mães que Educam, pois no site existem vários depoimentos de mães que usaram os métodos ensinados no curso e obtiveram excelentes resultados. Se o seu filho está birrento, teimoso e não tem limites está na hora de investir em algo que realmente funcione e de resultados. O curso da Cristina Cansado é uma grande descoberta e realmente funciona.

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Como participar do Mães que Educam e qual a importância?

Impor limites nos filhos não é tão fácil. Muitas vezes é uma tarefa árdua que foge ao nosso controle. O que fazer para que os filhos possam ser educados sabendo dos seus limites? É nessa hora que o curso elaborado pela Cristina Cançado, Pedagoga de grande respeito, ensina mães a educarem seus filhos e a por limites.

Para poder obter o melhor resultado na criação dos seus filhos e aprender a impor limites você deve adquirir o curso “Mães que Educam”. O curso ensina através do amor e do respeito, sem agressão nem gritos.

Como adquirir o curso Mães que Educam?

Você, mãe, que tem dificuldade de educar seu filho e quer muito poder sair de casa com ele sem passar vergonha com suas birras e teimosias, então deverá adquirir o curso Mães que Educam da Cristina Cansado, pois ele é uma grande descoberta. Para comprar o curso você só precisa acessar o site oficial.

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